O mundo corporativo vive de modismos. A palavra mindfulness revela o mais recente. Mas, felizmente, este é muito do bem. Quanto mais moda ficar, melhor. Do que estamos falando?

Alguns consideram esta palavra como sinônimo de meditação. Está errado. A melhor tradução para mindfulness é “atenção plena”. Meditar é um dos bons caminhos para experimentá-la, mas não o único. Fazer exercícios físicos ou atividades que estabeleçam pontes entre seus lados racional e emocional também favorecem as condições para atenção plena.

Pense em como é devastador nunca estar onde você está. Quando estamos aqui, nossa mente divaga para algum lugar do passado, ou para alguma ideia lançada ao futuro. Mas nunca estamos no presente. Isto equivale a estar ausente. Você oferece ausência a si mesmo, aos que estão ao seu redor e à sua vida. Fica mais difícil ser produtivo e estabelecer relações significativas.

Nossa felicidade depende de como alocamos nossa atenção. É preciso criar intimidade com ela, ser capaz de experimentá-la de forma aberta e não julgadora. Na experiência de autoconhecimento que conduzimos (o Hemera Experience), oferecemos práticas de Bioenergética, que nos convida a mindfulness por meio de exercícios de respiração com movimento do corpo e emissão de sons. Os resultados são maravilhosos.

Deixo aqui uma dica que gosto de seguir e que está no filme “O Poder além da Vida”. Faça a você mesmo esta sequência de perguntas e respostas:

Onde você está? Aqui.

Que horas são? Agora.

Quem você é? Este momento.

Vai te ajudar a experimentar mindfulness.

LEMBRE-SE: CONSCIÊNCIA TRANSFORMA A REALIDADE.

ROGÉRIO CHÉR, FALANDO SOBRE PROPÓSITO DE VIDA E CARREIRA.

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