Diante de incertezas e instabilidades, as organizações mais inovadoras do mundo trocam seus planejamentos estratégicos de 3 ou 5 anos por planos mais curtos, de 1 ano, por exemplo. Ao invés de procurarem apostar em algum cenário específico, fortalecem o compromisso de todos em torno de poucas porém importantes metas e abrem espaço para algo com chance real de mudar o jogo: a Experimentação.

A prática de Experimentar é relevante para todo tipo de empresa, das startups às empresas maduras, inclusive aquelas que são líderes e bem sucedidas em seus setores, pois o sucesso é um péssimo professor. Ele nos induz a achar que o futuro será uma extrapolação do passado. Péssima premissa. Todos os esforços de planejamento buscam aumentar o controle e a previsibilidade, ou seja, imaginam ambientes estáveis. Onde isto existe hoje em dia? A Experimentação, por outro lado, abre espaço para as inovações mais disruptivas, não apenas em produtos, mas também em serviços, modelos de gestão e modelos de negócios. Experimentar também elimina outro inimigo do progresso: a intolerância ao erro. Ao criar ambientes e temas específicos para testes e prototipagens, a empresa fomenta o ambiente empreendedor e a saudável ousadia que antecipa o futuro. Empresas como a P&G e a Tata, por exemplo, são conhecidas pelo estímulo à Experimentação. Possuem inclusive programas para homenagear colaboradores e equipes que tiveram o maior fracasso que gerou a maior descoberta. O lema dessas empresas é “vamos errar logo, e o quanto antes, para acertar mais rapidamente”.

Diz Nassim Taleb, a este respeito: “O conhecimento oferece uma pequena vantagem, mas a experimentação (tentativa e erro) é o equivalente a mil pontos de QI”. Ele está certo!

Portanto, faça sempre esta pergunta ao seu time: o que podemos Experimentar neste ano? Isto fomentará o melhor tipo de inovação em sua empresa.

LEMBRE-SE: CONSCIÊNCIA TRANSFORMA A REALIDADE.

ROGÉRIO CHÉR, FALANDO COM VOCÊ SOBRE PROPÓSITO DE VIDA E CARREIRA.

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