Os Símbolos da Cultura são fundamentais para gerar coerência no sistema organizacional. Vejamos como.

Vamos supor que sua empresa declare como essencial o Valor “A”. E suponha que você procure identificar os colaboradores que são modelo exemplar deste Valor. Será tremendamente nocivo descobrir que tais indivíduos encontram-se estacionados e não apresentam sinais visíveis de que crescem como pessoas e profissionais. A ausência de crescimento daqueles mais representativos do Jeito de Ser e de Fazer da empresa provoca enfraquecimento da Cultura Organizacional.

Outro Símbolo a ser tratado com cuidado está no conjunto de atitudes e decisões que tomamos em tempos de crise. Momentos de alta complexidade representam a “hora da verdade” dos Valores Organizacionais. Quando as coisas se complicam, a Liderança é testada em seu discurso na prática: tudo aquilo declarado como “Valor” será mesmo preservado?

Por fim, oportunidades e perigos moram em todos os esforços de comunicação, para dentro e para fora da empresa. Até mesmo e-mails – sobretudo quando assinados pela Liderança – podem passar forte inconsistência. Conteúdos e formas das mensagens, quando distantes da Cultura desejada, espalham o vírus da incoerência, letal para o engajamento. De igual modo, o descuido em peças de propaganda e publicidade podem nos distanciar tremendamente do senso de Propósito e do conjunto de Valores. Todo trabalho de marketing que estiver descolado dos elementos da Cultura servirá para corroer o comprometimento. As pessoas se inclinarão a olhar o que fazem como emprego ou carreira, na melhor das hipóteses, mas não como uma vocação cheia de significado.

Símbolos repletos de elementos disfuncionais da Cultura geram grande incoerência, principalmente quando patrocinados pela Liderança. Isto mata qualquer esforço de engajamento.

LEMBRE-SE: CONSCIÊNCIA TRANSFORMA A REALIDADE.

ROGÉRIO CHÉR, FALANDO COM VOCÊ SOBRE PROPÓSITO DE VIDA E CARREIRA.

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