Imagine a cena. Você está com amigos almoçando e sua atenção se divide entre a estória contada por um colega e as garfadas em seu prato favorito. Algo interrompe sua mastigação: o falante narrador está com seu dente coberto por uma invasora casca de feijão preto. O rapaz, alheio àquela “intrusa”, continua a narrativa, todo cheio de prosa. A dúvida então o domina: devo avisá-lo? Fazer algum sinal, que denuncie aquela “clandestina” manchando seu sorriso? Ou escolho outro dia, outro contexto, para contar a constrangedora ocorrência vivida naquele almoço?

Pense comigo: se realmente gostamos de alguém, não vamos deixá-lo exposto. Encontraremos o melhor modo para falar. Não é diferente quando pensamos nas relações dentro da empresa. Entre pessoas que compõem um mesmo time, jogar falando e falar jogando – com feedbacks a todo instante – é normal e esperado, sobretudo quando se busca alta performance. Acima de tudo, o feedback é um gesto de generosidade e uma oportunidade de crescimento.

LEMBRE-SE: CONSCIÊNCIA TRANSFORMA A REALIDADE.

ROGÉRIO CHÉR, FALANDO COM VOCÊ SOBRE PROPÓSITO DE VIDA E CARREIRA.

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