Nem todo grupo merece o adjetivo de “Time”. Para isso é preciso mais do que “vestir a mesma camisa”, ou ocupar o mesmo andar do prédio. É o comportamento das pessoas que determina se temos ou não um Time de verdade.

Alguns indivíduos são viciados em derramar os problemas em seu Líder. São craques em empurrar a encrenca para o chefe, seja qual for a dificuldade. “Delegam para cima”, como dizemos. Não se sentem parte de um todo relevante, são fragmentados no pensamento e na atitude e sua lógica é de sobrevivência individual, pois se preocupam apenas em “como saio dessa”, “como me livro disso”. Nunca formarão um Time.

Existem pessoas, todavia, com sentido de pertencimento. Enxergam a si como partes de algo maior, donos da empresa, sócios nos riscos e nas oportunidades. Seu Líder abre significativa autonomia para ação: um sinal do quanto confia na equipe. Assumem plena responsabilidade pelo que fazem e falam. Não atuam em “quadrados” restritos e acovardados das suas descrições de cargo. Cada um deles é o Time inteiro. Mas sabem que nenhum deles fará nada sozinho. Grupos assim escrevem grandes histórias.

LEMBRE-SE: CONSCIÊNCIA TRANSFORMA A REALIDADE.

ROGÉRIO CHÉR, FALANDO COM VOCÊ SOBRE PROPÓSITO DE VIDA E CARREIRA.

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