Claro que existem jovens com alma conservadora e “envelhecida” precocemente. São aqueles que esperam das empresas um bom emprego, estabilidade e remuneração atraente. Percorra universidades de primeira linha e ouvirá isso de alguns, mas não de todos!

Lido com jovens em meu trabalho e testemunho que a maioria declara outras prioridades. Primeiro, precisam admirar a marca, os produtos e os serviços da empresa, bem como a reputação da organização – algo ainda mais importante no Brasil de agora. Anseiam por se conectar não apenas a um “business plan”, mas a causas pelas quais valha a pena brigar. Com eles cola menos o discurso do comprometimento e da lealdade à corporação, mas pega muito melhor o engajamento com propósito. Podem até ficar bastante tempo na empresa, mas desde que desafiados permanentemente, recebendo feedback o tempo todo e em condições de perceber avanços no curto prazo, ainda que como etapas de algo maior a longo prazo. Acima de tudo, querem admirar a liderança, olhar líderes que são modelo dos valores organizacionais e que inspiram pelo exemplo.

LEMBRE-SE: CONSCIÊNCIA TRANSFORMA A REALIDADE.

ROGÉRIO CHÉR, FALANDO COM VOCÊ SOBRE PROPÓSITO DE VIDA E CARREIRA.

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