Trata-se de um perigoso nível de consenso e coesão em um time e é inimigo da originalidade: as pessoas se sentem pressionadas a se adaptar às ideias dominantes em vez de defender a diversidade de pensamento.

Adam Grant, em “Originais”, faz uma importante referência ao comportamento de alguns líderes a este respeito. Quanto pior o desempenho de uma companhia, mais seus CEOs buscam aconselhamento de pessoas que compartilham seus pontos de vista. Preferem o conforto do consenso ao desconforto do questionamento, o oposto do que deviam fazer.

O desempenho das empresas só melhora quando os CEOs buscam ativamente opiniões daqueles que não são seus amigos e que trazem para a mesa visões diferentes, desafiando-os a corrigir seus erros e perseguir inovações.

Existe uma linha tênue entre ter uma cultura forte e funcionar como uma seita. Para resolver problemas e tomar decisões com sabedoria os grupos precisam de ideias originais e conflitantes, ou seja, “é preciso cuidar para que seus membros não fiquem muito amiguinhos”, como afirma Grant.

Em outras palavras, times em alta performance sabem concordar na mesma proporção em que conflitam produtivamente com ideias.

LEMBRE-SE: CONSCIÊNCIA TRANSFORMA A REALIDADE!

ROGÉRIO CHÉR, é sócio da Empreender Vida e Carreira, autor do best-seller “Empreendedorismo na Veia – um aprendizado constante”, do livro “Engajamento – melhores práticas de Liderança, Cultura Organizacional e Felicidade no Trabalho” e co-autor com Magda Oliver Ruas da obra “O que mais você quer de mim? O desafio de viver relações significativas”.

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